O mesmo dinheiro pode render uma vez por ano — ou doze
Duas lojas com o mesmo estoque e a mesma margem podem terminar o ano com lucros completamente diferentes. A diferença não está no preço que cobram. Está na velocidade.
R$ 10 mil parados na prateleira
Um item que gira uma vez por ano dá lucro uma vez. O mesmo dinheiro em itens que giram todo mês dá lucro doze vezes. Em material de construção, onde o estoque é pesado e caro, é aqui que o ano se decide.
Não é sobre vender mais caro. É sobre o dinheiro não dormir.
O problema é que o depósito não avisa. O cimento gira sozinho e chama atenção; a caixa de louça comprada numa condição boa há oito meses fica quietinha no fundo, ocupando o lugar — e o capital — do que venderia rápido.
As quatro portas por onde o lucro escapa
Nenhuma delas aparece no fechamento do dia. Todas aparecem no balanço do ano.
O item que dorme no fundo do depósito
Comprado numa condição boa, empilhado e esquecido. Ele não dá prejuízo visível: só impede a compra daquilo que giraria.
Com sistemaA lista do que não se move aparece por seção e por tempo parado. Você decide o que promover e o que parar de comprar.O orçamento que sai e não volta
O cliente pede o preço da obra inteira, leva o papel e some. Ninguém liga depois, porque ninguém sabe que ele existiu.
Com sistemaCada orçamento fica registrado, com validade e situação. O que não fechou vira lista de retorno, não papel perdido na gaveta.A entrega que sai errada
Faltou uma peça no caminhão, o pedreiro para a obra e a reclamação volta para a sua loja. O frete você paga duas vezes.
Com sistemaA separação é conferida contra a venda. O que sobe no caminhão é o que o cliente comprou.A margem que some no balcão
Desconto para fechar, frete absorvido para agradar. Cada um parece pequeno, e todos caem no mesmo item.
Com sistemaA margem de cada produto aparece antes do fechamento, com o frete entrando na conta. Desconto vira decisão, não reflexo.Uma entrada de nota, e o depósito inteiro se acerta
Loja de material trabalha com milhares de itens, muitos com unidades diferentes na compra e na venda: você compra o saco, a caixa, o metro — e vende a unidade, a peça, o metro quadrado.
Quando a nota do fornecedor entra uma vez, o estoque converte a unidade, o custo se atualiza, a margem se recalcula e o preço acompanha. Sem isso, o metro quadrado que você vende hoje ainda está usando o custo do fornecedor do ano passado.
É essa ligação que responde à pergunta que mais vale dinheiro no seu ramo: qual seção sustenta a loja. Quase nunca é a que faz mais volume.
| A pergunta de todo dia | No caderno | Na planilha | Com a Nox |
|---|---|---|---|
| O que está parado há seis meses? | Olhando o depósito | Não dá | Lista por tempo e por giro |
| Esse orçamento virou venda? | Papel perdido | Sem controle | Situação de cada orçamento |
| O pedido saiu completo? | Confere na hora | Sem registro | Separação conferida na saída |
| Qual seção sustenta a loja? | Achismo | Trabalhoso demais | Margem por seção, no mês |
| Quanto tenho para receber? | Caderno | Planilha atrasada | Por cliente e por vencimento |
Nota, prazo e entrega: sem sistema paralelo
Venda no balcão sai com cupom; venda para construtora ou para obra com CNPJ sai com nota. As duas do mesmo lugar, sem ninguém digitar de novo em outro programa.
A venda a prazo, tão comum no ramo, fica ligada ao cliente: o que ele deve, o que já pagou e o que vence nesta semana. Acaba o "depois eu vejo no caderno" — e acaba também a cobrança feita sem certeza.
A configuração fiscal quem faz somos nós, junto com o seu contador. Você não precisa aprender nada disso.
Em uma semana a sua loja está rodando
Sem fechar as portas, sem parar de vender e sem você cadastrar item por item.
A gente vai até a loja
Vemos o balcão, o depósito e a entrega funcionando, e o que já dá para aproveitar do que você tem.
O cadastro nasce pronto
Montamos os produtos e as unidades a partir das suas notas de compra. Você não digita item por item.
Balcão e depósito testados
Caixa, conversão de unidade, orçamento e a parte fiscal conferidos com produto de verdade.
Treino com a sua equipe
Balconista, separador e escritório aprendem cada um a sua parte. E na primeira semana cheia a gente está por perto.
Esse último ponto é onde muita empresa some. Na Nox, quem implanta é quem atende depois: quando você ligar daqui a três meses, do outro lado vai estar alguém que já esteve na sua loja e sabe como ela funciona.
O que você vai ver já no primeiro mês
Quatro respostas que hoje custam meia manhã para você levantar — e que passam a estar na tela.
- Você enxerga o que dormeA lista do estoque parado sai por seção. Ela quase sempre surpreende.
- O orçamento vira acompanhamentoQuantos saíram, quantos voltaram e quanto isso vale em dinheiro.
- A margem por seção fica claraDá para saber onde apertar e onde a briga de preço não compensa.
- O a receber deixa de ser cadernoQuem deve, quanto e desde quando, com o vencimento na tela.
Quanto custa? A gente diz na primeira conversa
Direto ao ponto: o investimento tem o sistema, a implantação com o treinamento da equipe, o certificado digital e — apenas se faltar algo no seu balcão — equipamento. Os quatro valores saem na primeira conversa, calculados para o tamanho da sua loja.
É o mesmo que você faz com o seu cliente quando ele pede o preço da obra inteira: valor fechado, sem aparecer item novo depois que o caminhão saiu.
Prefere ver antes de decidir? Use o sistema por 15 dias na sua loja, sem cartão e sem compromisso. Uma semana de balcão e depósito mostra o que nenhuma demonstração alcança.
O que os lojistas costumam perguntar
Serve para uma loja de material de construção pequena?
Serve, e o ganho costuma vir do estoque. Loja pequena tem quase todo o capital parado em mercadoria, então enxergar o que gira e o que dorme muda o caixa em poucos meses. Configuramos o sistema no tamanho da sua loja.
Dá para vender por metro, por saco e por unidade sem confundir o estoque?
Dá. Cada produto tem a unidade de compra e a de venda, e o sistema faz a conversão sozinho na entrada da nota. É o que evita o estoque nascer errado logo na primeira compra.
Como funciona o orçamento para obra?
Você monta a lista com o cliente, imprime ou manda, e ele fica guardado com validade. Se o cliente voltar, o orçamento vira venda sem redigitar nada. Se não voltar, ele aparece na sua lista de retorno.
Controla venda a prazo e cliente que paga depois?
Controla. Cada venda a prazo fica ligada ao cliente, com valor, data e vencimento. Você vê o que vence na semana e cobra com o número na mão, não pela memória.
E a entrega? Dá para conferir o que sai no caminhão?
Dá. A separação é conferida contra a venda antes de sair, e o que foi entregue fica registrado. Menos viagem repetida, menos obra parada e menos discussão depois.
Em quanto tempo a minha loja começa a usar?
Uma semana costuma bastar, do primeiro contato ao balcão rodando. A maior parte do trabalho é montar o cadastro com as unidades certas, e isso é conosco: usamos as suas notas de compra.
Descubra quanto dinheiro está dormindo no seu depósito
Diga no WhatsApp quais seções a sua loja trabalha e quantos atendem no balcão. Montamos a conversa em cima do seu depósito de verdade, e apontamos onde costuma estar o dinheiro parado.
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