A venda de autopeças se decide em dois minutos
O carro está no elevador, o cliente esperando e o mecânico com o telefone na mão. Ele não quer conversar: quer saber se você tem, se serve e quando chega.
O mecânico liga para três lojas
Quem confirma primeiro — a peça certa, para aquele ano e aquele motor — fecha o pedido. Os outros dois ainda estavam procurando na prateleira enquanto o primeiro procurava na tela.
No seu ramo, tempo de resposta é preço.
E é aqui que a loja perde sem perceber. Não é o valor que derruba a venda: é a demora e a dúvida. Quando o balconista precisa gritar para o depósito, subir na escada e ainda ligar para o fornecedor só para confirmar se aquilo serve, a venda já foi para outro.
As quatro portas por onde a venda escapa
Nenhuma delas tem a ver com preço. Todas têm a ver com informação que existe na loja, mas não está ao alcance de quem atende.
A dúvida se a peça serve
Serve no 1.0 de 2014? E na versão com ar? Quando a resposta depende da memória de um funcionário, ela sai errada de vez em quando — e volta em forma de devolução.
Com sistemaA aplicação fica no cadastro, com os similares. Quem entrou ontem responde com a mesma segurança do balconista mais experiente.O estoque que só existe na cabeça do veterano
Tem uma prateleira que só uma pessoa sabe ler. Quando ela tira férias, a loja fica cega — e diz "não tenho" para peça que tem.
Com sistemaCada item com o seu endereço na prateleira. A loja para de depender de uma pessoa só para vender o que já comprou.A devolução que ninguém soma
A peça errada volta, e com ela vão o frete, o tempo do balcão e a paciência do mecânico. Como cada caso parece isolado, ninguém enxerga o tamanho do total no fim do mês.
Com sistemaDevolução ligada à venda e ao motivo. Em um mês você vê qual item, qual fornecedor e qual erro se repete — e corrige a origem.A peça que envelheceu na prateleira
O modelo saiu de linha e a peça ficou. Ela não estraga, e é exatamente por isso que fica ali anos, ocupando dinheiro que faria falta em outro item.
Com sistemaA lista do que não se move há meses, com o valor parado ao lado. Dá para negociar troca com o fornecedor enquanto a peça ainda vale alguma coisa.Um cadastro que responde antes de o cliente desligar
Autopeças tem o cadastro mais difícil do varejo: o mesmo item carrega código do fabricante, código do fornecedor, similar de duas ou três marcas e uma lista de veículos em que se aplica. Nada disso cabe num caderno, e quase nada disso cabe numa planilha.
Quando tudo vive no mesmo lugar, o balconista consulta o modelo e vê o que serve, quanto tem, onde está na prateleira e por quanto pode vender. A resposta sai em segundos, com o cliente ainda na linha.
É isso que muda o jogo: você deixa de competir só por preço e passa a competir por confiança. O mecânico volta para quem nunca o fez perder uma manhã com a peça errada.
| A pergunta que chega pelo telefone | No caderno | Na planilha | Com a Nox |
|---|---|---|---|
| Essa peça serve nesse carro? | Perguntando ao veterano | Não ajuda | Aplicação no cadastro |
| Tenho em estoque? | Subindo na escada | Sempre desatualizada | Na tela, com o endereço |
| Quanto posso dar de desconto? | De cabeça | Se o custo estiver certo | Margem do item, na hora |
| Quanto voltou de devolução? | Ninguém soma | Ninguém soma | Por item, motivo e fornecedor |
| O que está parado há um ano? | Olhando a prateleira | Trabalhoso demais | Lista com o valor parado |
Balcão, oficina e prazo: a nota certa para cada cliente
Venda no balcão sai com cupom; venda para a oficina com CNPJ sai com nota, no prazo combinado. As duas do mesmo lugar, sem ninguém digitar de novo em outro programa.
A conta do mecânico que compra a semana inteira e paga na sexta fica registrada: o que ele levou, quando, e o que continua em aberto. Você cobra com o número na mão, sem constrangimento dos dois lados.
A configuração fiscal quem faz somos nós, junto com o seu contador. Você não precisa aprender nada disso.
Em uma semana o seu balcão está rodando
Sem fechar a loja, sem parar de vender e sem você cadastrar peça por peça.
Olhamos a sua loja
Como o balcão atende, como o depósito é organizado e quem hoje é o dono da informação.
O cadastro nasce pronto
Produtos, códigos e fornecedores a partir das suas notas de compra. Você não digita item por item.
Prateleira com endereço
Organizamos a busca do jeito que o seu depósito já é, para o novato achar o que o veterano acha.
Treino no balcão
Quem atende aprende atendendo, com cliente de verdade na linha. E na primeira semana cheia a gente acompanha.
Esse último ponto é onde muita empresa some. Na Nox, quem implanta é quem atende depois: quando você ligar daqui a três meses, do outro lado vai estar alguém que já esteve na sua loja e sabe como ela funciona.
O que você vai ver já no primeiro mês
Quatro mudanças que aparecem no balcão, não num relatório bonito.
- O balcão responde sozinhoSem depender de uma pessoa só para saber se a peça serve.
- A devolução vira númeroVocê enxerga o padrão e corrige a origem, não o sintoma.
- O parado aparece com valorDá para negociar troca enquanto a peça ainda tem saída.
- A conta do mecânico fechaO que ele levou na semana, com data. Sexta-feira sem discussão.
Quanto custa? A gente diz na primeira conversa
Sem rodeio: o investimento tem o sistema, a implantação com o treinamento do balcão, o certificado digital e, se faltar algum equipamento, o que faltar. Os quatro valores saem na primeira conversa.
Dizemos tudo de uma vez pelo mesmo motivo que você informa o prazo de entrega antes de o mecânico fechar o pedido: relação que começa com surpresa não dura.
Quer ver antes? Use o sistema por 15 dias na sua loja, sem cartão. Uma semana de balcão mostra na prática a diferença entre procurar e encontrar.
O que os lojistas costumam perguntar
Serve para uma loja de autopeças pequena?
Serve, e costuma aparecer rápido no atendimento. Loja pequena depende ainda mais de responder ligeiro, porque não tem estoque para todas as aplicações — precisa saber na hora o que tem e o que consegue. Configuramos o sistema no tamanho da sua loja.
Dá para registrar em quais carros a peça serve?
Dá, e é justamente isso que tira a dúvida do balcão. A aplicação fica no cadastro do produto, então quem atende confirma na tela em vez de perguntar para o colega mais experiente. Montamos essa parte junto com você na implantação, começando pelos itens que mais saem.
E o similar de outra marca?
Fica ligado ao item principal. Quando o cliente pede uma marca que você não trabalha, o balcão vê na hora o equivalente que existe no seu estoque — e a venda não escapa por falta de informação.
Controla a conta do mecânico que compra na semana e paga na sexta?
Controla. Cada retirada fica registrada no nome dele, com data e valor. Na sexta você fecha o período, imprime e recebe. Some o caderno e some a discussão sobre o que foi ou não foi levado.
Consigo saber o que está parado no estoque?
Sim, com o valor ao lado. É a informação que mais rende nesse ramo: peça de modelo antigo não estraga, só fica ocupando dinheiro. Sabendo quanto e desde quando, dá para negociar troca ou promoção enquanto ainda há procura.
Em quanto tempo a minha loja começa a usar?
Uma semana costuma bastar, do primeiro contato ao balcão rodando. O trabalho maior é o cadastro, e ele é nosso: partimos das suas notas de compra em vez de você digitar item por item.
Descubra quantas vendas a demora está custando
Conte no WhatsApp o tamanho da sua loja e quantos atendem no balcão. Mostramos a busca funcionando com peças parecidas com as suas e dizemos, sem enrolação, o que muda no seu atendimento.
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